• Livia Ribeiro

5 ativistas ambientais brasileiros que lutam por um mundo melhor


O "Dia Mundial do Meio Ambiente" foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia. A semana, que foi criada por decreto em 27 de maio de 1981, é para chamar a atenção de todos para a conscientização em relação ao meio ambiente.

Nessa Conferência, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, ainda enfrentamos grandes impasses quanto ao desmatamento das florestas, poluição dos rios e do ar, consumo exagerado, alta produção de resíduos e muitos outros desafios.

Foto: Mauro Pimentel/AFP/JC


Vemos que esta é uma data oportuna para discutirmos ações para a preservação do nosso patrimônio natural. Pensando nisso, separamos 5 ativistas ambientais brasileiros que lutam por um mundo melhor.





É conhecido internacionalmente por sua luta pela preservação da Amazônia e dos povos indígenas.










A quilombola luta contra a degradação ambiental causada pela maior refinaria de alumínio da Amazônia, no Pará.









Ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas, organizou a Aliança dos Povos da Floresta. Um dos mais destacados líderes do movimento dos povos indígenas no Brasil.









Uma das mais promissoras lideranças indígenas do país. Em 2019, participou da Cúpula do Clima da ONU. A jovem indígena luta para salvar a Amazônia










Uma das maiores lideranças indígenas e ambientais do país. Em 2018, ganhou notoriedade ao se candidatar a vice-presidente pelo PSOL. Foi a primeira vez no Brasil que uma pessoa de origem indígena concorreu ao cargo.





Você sabia que o Brasil é o quarto país com mais assassinatos de ativistas ambientais no mundo segundo a ONG Global Witness?

O relatório foi publicado no dia 30 de junho de 2019, com dados do ano de 2018, e é, por enquanto, o mais recente.

Conforme o relatório, o país mais perigoso para ativistas ambientais são as Filipinas, com 30 assassinatos por ano. O 2º lugar mais perigoso é a Colômbia, com 24 mortes, e o 3º é a Índia, com 23. O Brasil ocupou a quarta posição do ranking, com 20 assassinatos por ano. É a primeira vez que o País deixa a primeira colocação do levantamento, feito desde 2012.


Foto: Nacho Doce/Reuters


A importância do ativismo se dá diretamente pela comunicação de denúncias e operam sobretudo na área da Justiça e Direitos Humanos ou animais. Frequentemente, apontam para a ocorrência de trabalho escravo, exploração de menores, maus-tratos, roubo de terras, entre outras questões.


Nesta semana, em que se "comemora" globalmente o "Dia do meio ambiente", queremos homenagear todos aqueles que dedicam e dedicaram a vida ao meio ambiente!



FONTE: sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-e-o-quarto-pais-com-mais-assassinatos-de-ativistas-ambientais-no-mundo-diz-ong,70002946522

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